Sabem por que enfrentamos dificuldades?
Porque no cenário de nossas vidas há uma autêntica “guerra” entre os personagens.
Cada um se acha mais importante que o outro embora nenhum de nós esteja realmente comprometido com as estratégias e os objetivos do Mestre; se estivéssemos de fato, muitas atribuições do nosso dia a dia não existiriam e as que nos são determinadas seriam executadas sem questionamento.
Vivemos diariamente posicionados estrategicamente, destilando o ciúme, a vaidade e a disputa que contaminam os relacionamentos, ferem os princípios divinos e impede que vivamos a plenitude de nosso chamado. Qual de nós não extrai das profundezas da alma doentia as mais dilacerantes articulações para ser o que não foi chamado a ser?
Quantos púlpitos possuem marca registrada que não é CRISTO, onde somente o astro da igreja pode subir, e renovando dia a dia sua mensagem de forma a permanecer debaixo do holofote, se esquece de que em seu próprio ministério existem outros dotados de dons, a quem Deus quer usar. Esta é a fogueira das vaidades!
Estamos muito distantes da revelação divina. Deus em Sua multiforme e graça se manifesta indistintamente, usando instrumentos Seus, cheios de dons e talentos, dentro do corpo de Cristo. Não compreendemos a importância do outro no mesmo corpo em que estamos ligados e nos tornamos concorrentes, quando deveríamos ser Um para que a glória de Deus se manifestasse, todo joelho dobrasse e toda língua confessasse que o Senhor é Deus.
Precisamos entender que fazemos parte de um objetivo maior, e nossa tarefa na terra, como peregrinos que somos, deve ser executada de forma a garantir o sucesso do plano de Deus e não o nosso sucesso.
Deus, Ele mesmo, concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres. Deus não concedeu todos para todas as coisas; e não concedeu somente um para que seja tudo em todo o tempo, mas Um que seja tudo em todos.
Deus tem objetivo - o nosso aperfeiçoamento, em vista do desempenho do nosso serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus. (Ef 4.11-13) Se compreendemos isto, não vamos mais viver como se fossemos únicos, mas seremos um único membro unido a muitos outros que compõem a expressão de Deus.
Pra Graça de Oliveira

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