Hoje, mais do que nunca precisamos servir ao propósito de Deus. Entre as muitas atribuições que nos são dadas, uma delas é servir como instrumento na edificação de vidas.
Desde a antiguidade vemos a preocupação de Deus na restauração do coração humano, lugar de culto e adoração.
Sabemos que o coração é o altar de Deus e que precisa ser observado e edificado.
“Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?”
(1 Co 3.16)
“Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?”
(1 Co 6.19)
Um dos provérbios de Salomão diz:
“Retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos e vive” ( Pv 4.4)
Deus continua pedindo o Seu altar restaurado. Orienta os homens, pela Sua palavra, de como se processa esta restauração.
“Guarda os mandamentos e vive”.
Deixar de guardar os mandamentos de Deus, retendo-os no coração para cumpri-los é a razão de muitos corações estarem destruídos e sem paz.
Temos o registro nas Escrituras de um homem assim. Ele chamava-se Nicodemos. Era fariseu e um dos principais dos judeus. Este homem, apesar de conhecer a lei tinha incertezas e inquietações o que o levou a procurar Jesus.
Certa noite disse ao mestre:
-“Rabi, sabemos que é mestre vindo da parte de Deus. Como pode um homem nascer de novo, sendo velho?
Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus”. (João 3)
O que Jesus disse a Nicodemos foi que seu coração precisava ser edificado e a única fonte era a Palavra de Deus.
“Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração”.
(Hebreus 4.12)
Jesus ensinou a Nicodemos que ele precisava ter um novo nascimento, e isso se daria por meio do conhecimento da Palavra e sua aplicação em seu espírito, somente assim ele teria a vida eterna.
Pra. Graça de Oliveira

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