As marcas da alma com dor, são feridas que precisam sarar para que não exalem o mau cheiro do coração.Um dia Davi, pediu ajuda ao Senhor. Ele estava doente. As suas maldades o haviam feito enfermar e Davi sentia-se afogado nos seus pecados.
Sua falta de juizo ocasionaram feridas que cheiravam mal.Davi chorava, abatido e aflito. Gemia de angústia e dor, e nesse estado, disse a Deus:
-Por causa das minhas feridas, os meus amigos não chegam perto de mim, e até a minha família se afasta.
Os que me querem matar armam armadilhas para me pegar; os que me querem ferir ameaçam me desgraçar e não param de fazer planos contra mim. Tudo disse a Deus, onde depositava agora, sua esperança.
O papel aceita borracha mas as marcas da alma não.
Quando escrevemos, podemos errar, mentir, sonhar, inventar, desenhar, criar, e depois apagar, escrever de outra forma, valorizar os pontos principais, omitir os que nos expõem; podemos escrever e apagar, escrever e apagar, de tal forma que nada fique visível do que foi anteriormente escrito; mas no coração a borracha é inútil, suas marcas só desaparecem quando o mergulhamos em sangue, o sangue de Cristo.
Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas?
Para quem, as queixas?
Para quem, as feridas sem causa?
E para quem, os olhos vermelhos?
Não fique pensando que você é sábio; tema o Senhor e não faça nada que seja errado. Pois isso será como um bom remédio para curar as suas feridas e aliviar os seus sofrimentos.
Deus lembra-se de todos como mortais, como um vento que passa e não volta mais. Pede sara-me e sereis sarado, cura-me e sereis curado. Amém
Pra Graça de Oliveira

0 comentários:
Postar um comentário