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5 de nov. de 2010

A força da graça

Todos nós temos fraquezas. Talvez o que alguns façam é não demonstrá-las ou não admiti-las.
Tenho pensado em quantas eu possuo e como a “graça” de Deus tem me sustentado, confortado e ajudado a superá-las.
“Graça” é um favor que recebemos sem merecer, por meio da presença de Cristo no coração. 
Que benefício recebido, não é? 
Nós, os que nada somos e que encontramos na alma tantas carências e necessidades.

Encontramos muitos exemplos de pessoas que usufruíram do amor de Deus e de Sua ajuda para serem capacitados a realizar o que Deus exigia. Foi o caso de Moisés que ao responder ao chamado de Deus respondeu: 

– “Mas os israelitas não vão acreditar em mim, nem vão dar atenção ao que eu falar e vão dizer que o Senhor não me aparece”.                                                             (Ex 4.1)

Encontramos um homem inseguro e cheio de dúvidas, mas que era chamado para fazer algo muito especial para Deus com relação ao povo escolhido, e quando Deus escolhe alguém para algo que Ele mesmo sonhou, o próprio Senhor tem respostas que retiram da alma qualquer incerteza.
Num momento de incrível comunhão, Deus que era com Moisés lhe disse:

– O que é isso que você tem na mão? – Um bastão – respondeu Moisés. Deus disse: – Jogue-o no chão. Ele jogou, e o bastão virou uma cobra. E Moisés fugiu dela. 
E então o Senhor ordenou a Moisés: 
– Estenda a mão e pegue a cobra pelo rabo. Moisés estendeu a mão e pegou a cobra pelo rabo, e de novo ela virou um bastão na mão dele. Então o Senhor disse: – Faça isso para provar aos israelitas que o Senhor, o Deus dos seus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, apareceu a você.                                                           (Ex 1.2-5)
Para fortalecer ainda mais a Moisés para que tivesse confiança e deixasse de inclinar suas emoções deixando que oscilasse como o vento o Senhor continuou:

– Agora ponha a mão no peito. Moisés obedeceu. E, quando tirou a mão do peito, ela estava leprosa, branca como a neve. – Ponha outra vez a mão no peito – ordenou Deus, o Senhor. Ele pôs a mão no peito novamente. E, quando a tirou, ela estava tão boa como o resto do corpo. Então o Senhor lhe disse: – Se com o primeiro milagre os israelitas não acreditarem em você e não se convencerem, então com o segundo vão acreditar. 
                                                          (Ex 1.6-9)

O Senhor afirmou a Moisés que os dois milagres seriam feitos para que os Israelitas cressem que Deus o havia enviado, mas mesmo assim, se não cressem, então mais milagres faria o Senhor para confirmar o envio de Moisés, este tiraria água do rio Nilo e derramaria no chão, e a água viraria sangue. 
Moisés respondeu ao Senhor: – Ó Senhor, eu nunca tive facilidade para falar, nem antes nem agora, depois que começaste a falar comigo. Quando começo a falar, eu sempre me atrapalho.                                                           (Ex 1.11)

Interessante como as fraquezas humanas brotam de forma assustadora na alma. Moisés havia falado com o próprio Deus e Dele tinha recebido a confirmação de que era um homem escolhido para falar com o povo israelita. Até sinais o Senhor mostrara a Moisés para que vendo, cresse e se libertasse de todos os seus temores.

Muitas vezes nós, pequenos mortais, inseguros e cheios de prisões precisamos ser sacudidos pelos ventos da vida para compreender que é Deus o responsável por nossas ações ministeriais.

Precisamos, por vezes, ser empurrados como Moisés que ouviu a frase:

-Vá, pois eu o ajudarei a falar e lhe direi o que deve dizer.                                                           (Ex 1.12)
Apesar disto, Moisés fincou seu pé neste lugar em que sua alma o atormentava, dizendo a Deus:  
- Por favor, envie outra pessoa.
Puxa, precisamos ser livres mesmo!

Quantas vezes recebemos orientações de Deus e nos encontramos presos, atados às fraquezas da alma, de forma que ficamos imobilizados e cheios de temor para avançar.

Lembro-me das vezes que um chiclete grudou em meu cabelo. 
Nossa... 
Como foi difícil retirá-lo e quantos fios de cabelo eu perdi!
Será esse o medo existente na alma?
Será que os novos desafios fazem-nos perder parte de nós mesmos a ponto de doer quando retirado?

Esta mensagem tem a intenção de oferecer a “graça” a seu coração.

Muitos Moisés, falam a Deus:

-Não sou capaz, não sei falar, não tenho capacidade...

Lembremos que a “graça” de Deus sobre nós é um grande favor que não merecemos, e se a temos podemos ser livres de toda e qualquer fraqueza, pois é por Ele, para Ele e por meio Dele que realizamos todas as coisas.

Pra. Graça de Oliveira

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